@chris_mussi
Christiane Mussi Ponciano tem 24 anos e é formada em jornalismo pela PUC Rio.
Humanas sempre foi a sua área. Não teve dúvida entre ser médica ou dançarina. Mas demorou a decidir entre ser JORNALISTA OU ADVOGADA.
Jornalista por sua insaciável vontade de se comunicar com os outros.
Advogada por acreditar no conhecimento e nos direitos para exercer a justiça.
Acabou começando no Direito, foi a primeira aluna da sala no primeiro período. Mas achou o curso pouco poético para seus ideias juvenis e acreditou que podia terminar essa faculdade mais tarde, um pouco mais madura, talvez. Para completar, durante o curso conheceu duas jornalistas que a fizeram refletir sobre dar chance ao jornalismo quando se é mais nova.
E lá foi ela…
Conseguiu uma bolsa pelo desempenho no ENEM, um grande incentivo para os pais apoiarem a ideia de mudança de cidade. Natural de Nova Friburgo mudou-se para a capital para cursar a faculdade na PUC. Dividiu apartamento com três grandes amigas completamente diferentes, experiência que ajudou a desenvolver ainda mais o seu convívio com as pessoas e entender as diferenças que existem entra elas. Como tem saudades do período de “república” na Gávea…
Ela é do “do interior” como preferem dizer “cariocas da gema”.
Nasceu prematura, nem um pouco bonitinha para falar a verdade, sem nem um fio de cabelo! O médico não acreditou muito na sua resistência, mas ela sobreviveu. Sua mãe colova lacinho na sua cabeça com sabonete para a carinha ficar um pouco mais simpática. Tem um primo, que inclusive, a chamava de “et”. Mas ela nunca se importou, até porque nem sabia o que era isso na época.
Já crescida, sempre foi muito esperta. Gostava de ser filmada, de falar para as câmeras e se ver na televisão. Com oito anos dava entrevista para o pai falando da escolha do prefeito da cidade. Não por entender de política, mas por gostar da musiquinha da campanha. Veja como são inocentes as crianças…
Se estivesse no sítio, vestia bermudas de menino, colocava camiseta e se jogava com os primos em brincadeiras na lama. Subia árvore, fazia base para os bonecos dos comandos em ação e sim, ela jogava futebol..tinha até um apelido “dunguinha”- lamentável rsss. Parecia mais um mulequinho. Talvez por isso, sua mãe sempre a produzia nos momentos em que podia. Depois do banho tomado, lá vinha ela de suspensórios, meia calça branca, blusa social, saia vermelha e sapato boneca. Essa é a roupa que ela mais gostava de verdade e confessa: era da xuxa.
Sempre foi a “picurrucha” do papai. Filha mais nova, sempre protegida pelo irmão mais velho. Nunca foi de se meter em encrencas, pelo contrário, sempre gostou de apaziguar. Filha de pais separados se orgulha da relação amigável que eles construíram.
A sua pressa em nascer deve ter a ver com seu modo de ser: um pouco atrapalhada, fala “pelos cotovelos”, chega a embolar as palavras por querer falar ao mesmo tempo em que pensa. Reconhece que é capaz de dizer cada pérola! Alguns amigos até comentam “vou colocar no meu caderninho” – resultado de sua total espontaneidade.
Hoje, apesar de não ser nenhuma miss, se considera uma menina bonita e com muitas qualidades. Não é convencida. Mas gosta de ser quem é. Com cabelos lisos, longos, nem gorda nem magra, ela até que faz o tipo normal. Nada exagerado.
Sempre teve uma testa enorme, e o pai, para compensá-la, sempre disse que o fato era sinônimo de inteligência. Até que ela se convencia e deixava o assunto pra lá. Mas, mesmo assim, resolveu adotar as franjas no final do segundo grau, característica que lhe rendeu um carinhoso apelido entre os amigos noRio : “franjinha”.
A “Franjinha” também é a Tubbies, Mussi, Christin, Tennis, Mussão ou Chrislaine, dependendo do círculo de amizade. Sempre muito comunicativa, mantém amigos em todos os cantos e nunca fez distinção entre eles. Tem amigos cultos, nerds, gays, heteros, chatos, legais, conservadores, e até modernos demais…e consegue entender todos eles.
Antes ela amava conhecer novas pessoas, hoje lamenta por ter conhecido tantas pessoas que “não valeram a pena”. Mas ela já aprendeu: nem todo mundo merece uma amizade…confiança…ou..sabe lá o que. É inevitável decepcionar-se com algumas…
Curiosa, sempre gostou de fazer perguntas e procurar respostas. Afinal, a curiosidade é que move o mundo. Adora a propaganda do canal Futura: “Não são as respostas que movem o mundo, e sim as perguntas”.
Cheia de ideias, adora escrever histórias, poemas e poesias. Tem o sonho de escrever um livro. Acha importante compartilhar com as outras pessoas os pensamentos, os aprendizados, os conhecimentos. Para ela, ninguém vai a lugar nenhum sozinho.
Adora ler romances e livros policiais. Não pode entrar em uma livraria que sai com um livro novo sem nem mesmo ter terminado o antigo. Se pudesse, gostaria de absorver todas as letras na velocidade da luz, para ler todos os livros e revistas que tem vontade.
Seu lado negativo? Consumista exagerada de comida e roupas!
Sagitariana e flamenguista convicta, acredita que time e signo não é questão de escolha é identificação de personalidade e sentimento. Se tivesse nascido em outro dia, pediria para mudar a data de registro, só para ser sagitariana. Se tivesse escolhido outro time? Não existe essa possibilidade…
Cor preferida? rosa. Na verdade alguém um dia achou que ela gostava de rosa e ela nunca mais ganhou presentes de outra cor. Foi imposta essa preferência…Não teve outro jeito. Ela adotou quando depois de morar sozinha sua mãe, ainda sim, escolheu uma cortina rosa – choque para o seu novo apartamento. Coisas de mãe…
Lugar? Montanha para relaxar, praia para se divertir.
Experiência? Muitas. Porém, ter morado em San Diego mudou muita coisa em sua vida. Saudades da cidade utopia para os moldes brasileiros.
Sonho? Fazer algo de relevante para conscientizar as pessoas sobre as questões importantes do mundo. Contribuir para o desenvolvimento da sociedade.
Pensamento de sagitariano que acha que vai mudar o mundo com palavras e conceitos. Talvez sim, basta fazer com que as pessoas escutem.
Gostaria de muitas coisas, inclusive que os cariocas fossem um pouco mais amantes da própria cidade e deixassem de jogar lixos nas ruas das janelas de seus veículos importados. Pois depois eles não entendem porque a água das chuvas não escoa pelos bueiros da cidade.
Bebida? Vinho.
Conversas? As que interessam.
Trabalho? Os produtivos…
Medo? Da morte com sofrimento.
Limitações? Muitas. Todo mundo tem.
Defeitos? Diversos. Mas sempre na busca para consertá-los.
E porque ela escreveu tudo em terceira pessoa?
“É uma ótima terapia de auto-conhecimento. Experimentem!”
PROFISSIONAL
• Graduação em Comunicação Social, Jornalismo – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro concluído em julho/2008
EXPERIÊNCIAS:
Repórter O Globo Online Esportes – Copa do Mundo/ Editora de conteúdo de internet na TV GLOBO – (Projac)/ Forma Ideal – Assessoria de Eventos / Repórter no Brazil Today / Voluntária no Pan 2007 / Repórter na Agência Rio de Notícias e Setorial News / Repórter na Hama Editora – Noivas Rio de Janeiro / Monitora na PUC Rio – Laboratório de Técnicas de Reportagem e Planejamento Gráfico. / Intercâmbio (Estados Unidos)